Siga-nos:

Deixe de ser ciumenta, a bem da sua relação

 
Amor

Deixe de ser ciumenta, a bem da sua relação

homem com muitas mulheres

Já todas nós nos sentimos verde de inveja ao ver o “nosso” homem a falar, a sorrir ou simplesmente a olhar para outra mulher, conhecida ou não. O ciúme é um sentimento muito forte que, em pequenas doses pode até ser saudável, mas quando administrado em doses industriais pode literalmente matar uma relação. Inspire fundo, relaxe e evite transformar-se na namorada invejosa e fora de controlo que nenhum homem quer.

Esqueça antigos namorados. Principalmente aqueles que infelizmente a traíram, isto porque não vai poder passar o resto da sua vida amorosa com medo de ser novamente magoada. Embora ser cautelosa é perfeitamente normal e compreensível, não pode culpar o seu actual namorado por um ex traiçoeiro, nem juntá-los todos no mesmo saco. Se deixar este tipo de pensamentos negativos vindos do passado dominar a presente relação, pode realmente começar a ver sinais que justifiquem a ciumeira em todo o lado… até onde não existem.

Dinamize a sua auto-estima. Se estiver constantemente a rotular-se de baixinha, gordinha, escanzelada, com um cabelo horrível, peitos inexistentes… ele pode começar a desviar mais vezes o olhar. Saiba que a autoconfiança é uma das melhores características que uma mulher pode ter e que os homens mais apreciam. Para além disso, ao sentir-se magnífica consigo mesma, não terá de se preocupar com a concorrência. Para os dias mais complicados, nada como uma ida à cabeleireira, uma pouco de maquilhagem, uns saltos altos ou uns brincos novos para voltar a comandar atenção.

Seja realista. Estão numa festa e de repente avista o seu namorado em grande clima de amizade com uma loira bombástica do outro lado da sala – antes de começar a interpretar, de forma negativa, os sorrisos ou a linguagem corporal de ambos, respire fundo e analise a situação friamente. Será aquela mulher uma ameaça real para a vossa relação? A vossa relação está assim tão frágil? A resposta será, muito provavelmente, não e não. Se for preciso, ou seja, para evitar uma cena histérica e pouco favorável para si, vá à casa de banho passar água fria na cara ou apanhar um pouco de ar fresco. Ah, e não toque no álcool – não há nada pior ou mais perigoso do que uma mulher ciumenta e bêbada.

Procure uma amiga. Se anda desconfiada e ansiosa devido a alguma coisa específica, se sente que os ciúmes se estão a apoderar de si da pior forma possível, desabafe tudo… com a sua melhor amiga. É exactamente para situações como estas que se inventaram as grandes amigas – depois de uma conversa libertadora vai certamente sentir-se mais longe de ter um colapso nervoso e ganhará ainda uma perspectiva nova sobre a sua situação, que pode muito bem arrumar com os ciúmes de uma vez por todas.

Ponha-se no lugar dele. Da próxima vez que for assolada por um ataque de ciúmes e lhe apetecer começar a gritar e a partir pratos porque ele vai sair outra vez com os amigos ou porque lhe contou que recebeu um e-mail da ex-namorada, pare para pensar: como é que se sentiria se fosse ao contrário? Agora volte ao seu lugar: já se esqueceu daquele “pedaço de mau caminho” com quem trocou olhares indiscretos no comboio o outro dia; e aquele empregado de mesa que foi o alvo das suas atenções (e do resto das suas amigas!) no último jantar de mulheres. Isso não quer dizer que ama menos o seu namorado, pois não? O mesmo raciocínio aplica-se a ele também. Porém, se ambos tiverem “tendências ciumentas” é melhor estabelecerem algumas regras ou princípios orientadores para evitar futuros cenários de guerra.

Tenham uma conversa. De mulher para homem, de homem para mulher. Ou seja, se a atitude dele na presença de outras mulheres já começa a ser a de um flirt compulsivo, é óbvio que se vai sentir magoada e ciumenta. Estes são dois sentimentos completamente distintos que a podem deixar simultaneamente triste e enraivecida, um cocktail de emoções explosivo que deve ser abordado antes de arrebentar… a bem da vossa relação. Fale calma e abertamente com o seu namorado sobre a sua postura e a forma como essa a está a magoar; ele tentará negar e mudar de assunto, mas não ceda até chegarem a um consentimento mútuo sobre a situação.

Viva o presente. Em vez de passar os seus dias e noites a preocupar-se com a despedia de solteiro que ele tem marcado para o fim-de-semana ou com o jantar mensal que ele vai ter com os colegas de trabalho, concentre-se no presente. Convença-se que existem coisas que não pode controlar (como o passado dele ou o que ele faz quando não está consigo) e viva o presente tal e qual ele se afigura. O tempo que perde com inseguranças e ciúmes injustificados é tempo que não dedica à relação. Para além disso, ele não vai conseguir resistir à sua atitude descontraída e independente.

Acarinhe a relação. Todas as suas suspeições e preocupações podem revelar-se verdadeiras se passar a relação num estado constante de ansiedade. As relações devem ser divertidas, especiais, mágicas… está à espera de quê? Organize um fim-de-semana romântico, um jantar afrodisíaco com direito a striptease, ofereça-lhe aquela prenda que ele deseja há meses, concentre-se em fortalecer a relação, em criar momentos e memórias inesquecíveis. Que homem deixaria uma namorada como esta?

Não dá mais. Claro que se já experimentou tudo isto e ele continua a dar-lhe motivos para ser ciumenta – não deixa de ser um flirt, está deliberadamente a tentar magoá-la, passa demasiado tempo com uma mulher em particular, foi infiel – então talvez esteja na altura de repensar essa relação, dar um tempo ou até colocar um ponto final. Todas as mulheres merecem, acima de tudo, um homem que as respeite e mais vale solteira e feliz do que comprometida e ciumenta.

Comentários (1)
jose ricardo
Quinta, 23/01/2014 - 19:07
estou num relacionamento a um ano e 3 meses. mais sou infeliz por meus ciumes.sou muito inseguro . no inicio do meu relacionamento com 2 meses de namoro surgiu uma traicao. eu ja era super ciumento. ndepois disso me tornei muito mais. perdoei essa traicao mais tudo disconfio. nao consigo confiar mais. o que eu faco?